Catequese em Ação
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
10 de agosto
São Lourenço, Mártir
Era o principal dos diáconos de Roma e, entre outras funções, administrava os bens da Igreja e distribuía entre os pobres as esmolas colhidas entre os fiéis. Durante a perseguição de Valeriano, os pagãos exigiram que revelasse onde estava escondido o tesouro dos cristãos. O Santo prometeu fazê-lo e compareceu diante das autoridades levando consigo um grande número de viúvas, órfãos, doentes e desamparados dizendo que aquele era o tesouro da Igreja. Colocado vivo sobre uma grelha em brasa, morreu assado lentamente. Foi um dos santos mais celebrados em Roma. Seu nome passou a ser diariamente lembrado no Cânon da Santa Missa.
São Lourenço, Mártir
Era o principal dos diáconos de Roma e, entre outras funções, administrava os bens da Igreja e distribuía entre os pobres as esmolas colhidas entre os fiéis. Durante a perseguição de Valeriano, os pagãos exigiram que revelasse onde estava escondido o tesouro dos cristãos. O Santo prometeu fazê-lo e compareceu diante das autoridades levando consigo um grande número de viúvas, órfãos, doentes e desamparados dizendo que aquele era o tesouro da Igreja. Colocado vivo sobre uma grelha em brasa, morreu assado lentamente. Foi um dos santos mais celebrados em Roma. Seu nome passou a ser diariamente lembrado no Cânon da Santa Missa.
oração do espirito santo
Vinde Espírito Santo,
Enchei os corações dos Vossos fiéis
E acendei neles o fogo do Vosso amor
Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado
E renovareis a face da terra
Oremos: ó Deus que instituistes os corações dos Vossos fiéis
Com a luz do Espírito Santo,
Fazei que apreciemos retamente todas as coisas
Segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre de suas consolações
Por Cristo Senhor nosso, Amém.
Enchei os corações dos Vossos fiéis
E acendei neles o fogo do Vosso amor
Enviai o Vosso Espírito e tudo será criado
E renovareis a face da terra
Oremos: ó Deus que instituistes os corações dos Vossos fiéis
Com a luz do Espírito Santo,
Fazei que apreciemos retamente todas as coisas
Segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre de suas consolações
Por Cristo Senhor nosso, Amém.
Mães más
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: "Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram da mercearia (ou revistas de jornaleiro) e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês duas horas, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes Não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até me odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci ... porque no final vocês venceram também!"
E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim...Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e fuçava em nossos e-mails). Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela 'violou as leis de trabalho infantil'. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham que subir, bater à porta para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite com 12, 12 anos, nós tivemos de esperar pelos 16 para chegar mais tarde e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar). Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, com roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela.
Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos 'pais maus', tal como a nossa mãe foi". Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: Não há suficientes "Mães más"...
Um dia, quando os meus filhos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, eu hei de dizer-lhes: "Eu os amei o suficiente para ter perguntado: onde vão, com quem vão e a que horas regressarão.
Eu os amei o suficiente para não ter ficado em silêncio e fazer com que vocês soubessem que aquele novo amigo não era boa companhia.
Eu os amei o suficiente para os fazer pagar as balas que tiraram da mercearia (ou revistas de jornaleiro) e os fazer dizer ao dono: "Nós pegamos isto ontem e queríamos pagar".
Eu os amei o suficiente para ter ficado em pé junto de vocês duas horas, enquanto limpavam o seu quarto; tarefa que eu teria realizado em 15 minutos.
Eu os amei o suficiente para os deixar ver além do amor que eu sentia por vocês, o desapontamento e também as lágrimas nos meus olhos.
Eu os amei o suficiente para os deixar assumir a responsabilidade das suas ações, mesmo quando as penalidades eram tão duras que me partiam o coração.
Mais do que tudo, eu os amei o suficiente para dizer-lhes Não, quando eu sabia que vocês poderiam me odiar por isso (e em alguns momentos até me odiaram).
Essas eram as mais difíceis batalhas de todas.
Estou contente, venci ... porque no final vocês venceram também!"
E qualquer dia, quando meus netos forem crescidos o suficiente para entenderem a lógica que motiva os pais e as mães, meus filhos vão lhes dizer quando eles lhes perguntarem se a sua mãe era má: "Sim...Nossa mãe era má. Era a mãe mais má do mundo... As outras crianças comiam doces no café e nós tínhamos de comer cereais, ovos e torradas. As outras crianças bebiam refrigerante e comiam batatas fritas e sorvete no almoço e nós tínhamos que comer arroz, feijão, carne, legumes e frutas. E ela obrigava-nos a jantar à mesa, bem diferente das outras mães, que deixavam os filhos comerem vendo televisão.
Ela insistia em saber onde nós estávamos a toda hora (tocava nosso celular de madrugada e fuçava em nossos e-mails). Era quase uma prisão. Mamãe tinha que saber quem eram os nossos amigos e o que nós fazíamos com eles. Insistia que lhe disséssemos com quem íamos sair, mesmo que demorássemos só uma hora ou menos.
Nós tínhamos vergonha de admitir, mas ela 'violou as leis de trabalho infantil'. Nós tínhamos que tirar a louça da mesa, arrumar nossas bagunças, esvaziar o lixo e todo o tipo de trabalhos que achávamos cruéis. Eu acho que ela nem dormia à noite, pensando em coisas para nos mandar fazer. Ela insistia sempre conosco para lhe dizermos a verdade, e apenas a verdade. E quando éramos adolescentes, ela até conseguia ler os nossos pensamentos.
A nossa vida era mesmo chata. Ela não deixava os nossos amigos tocarem a buzina para que nós saíssemos. Tinham que subir, bater à porta para ela os conhecer.
Enquanto todos podiam voltar tarde à noite com 12, 12 anos, nós tivemos de esperar pelos 16 para chegar mais tarde e aquela chata levantava para saber se a festa foi boa (só para ver como estávamos ao voltar). Por causa da nossa mãe, nós perdemos imensas experiências da adolescência.
Nenhum de nós esteve envolvido com drogas, com roubos, atos de vandalismo, violação de propriedade, nem fomos presos por nenhum crime. Foi tudo por causa dela.
Agora, que já somos adultos, honestos e educados, estamos a fazer o nosso melhor para sermos 'pais maus', tal como a nossa mãe foi". Eu acho que este é um dos males do mundo de hoje: Não há suficientes "Mães más"...
Agenda catequese agosto 2010
Dia 14 de agosto de 2010 Palestra de prevenção contra Drogas para todas a crianças da catequese. HOrario 14:00
Dia 22 de agosto de 2010 missa do dia do catequista. Horario 8:00 da manha
No dai 22 também, domingo recreativo com as crianças da catequese no bairro da Timbaré apartir da 13:00
Dia 22 de agosto de 2010 missa do dia do catequista. Horario 8:00 da manha
No dai 22 também, domingo recreativo com as crianças da catequese no bairro da Timbaré apartir da 13:00
Assinar:
Postagens (Atom)